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Ótimo comentário ao Brincando de Deus!!!
Por mais que se queira atribuir as desgraças a algum culpado, Ele já abandonou o cargo! Não é possível fazer com que vivão os homens se eles mesmos não contribuem para isso. O maior metrô do mundo, em construção arquitetônica, é o da Russia, onde milhares de operários trabalharam de forma escrava para Stalin. Dá pra CRER nisso??? E se não trabalhassem, oras, morte, prisão na Sibéria e morte de novo, já que lá tinha que se viver como se conseguia, ou seja, de sua própria força. Na história, cansamos de ver os homens se degladiando pelo poder, pelos grandes feitos e vitórias. Aliás, brigam por Deus também, legitimam suas guerras por causa Dele, "o grande glorioso criador". Não dá mais pra se iludir. Criamos nossos próprios túmulos, catacumbas, covas, sei lá que nome mais dar, mas NÓS criamos. E ainda tem esperto que fala em nome Dele pra poder morrer melhor que muitos, faz tempo isso. No fim das contas, a gente sabe que pode acelerar ou alongar o processo do fim, é isso e pronto.
Escrito por christian.moura às 11h24
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Ritmo uniformiza jornal, novela e comercial
São Paulo, domingo, 07 de fevereiro de 2010  | 
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Comentário/"Jornal Nacional"
Ritmo uniformiza jornal, novela e comercial EDUARDO ESCOREL ESPECIAL PARA A FOLHA
De segunda a sábado, às oito e quinze da noite, o patrocinador oferece o "Jornal Nacional". Durante cerca de 35 minutos, divididos em quatro blocos, separados por três intervalos comerciais, a Globo apresenta as notícias do dia. Na terça-feira, 2 de fevereiro, como de hábito, o casal de apresentadores diz "boa noite" e anuncia as principais manchetes, sentado atrás de uma bancada. O cenário tem um toque futurista, combinando formas criadas em computação gráfica com a própria redação. Teclados e telas de computador, à frente dos apresentadores, parecem apenas peças decorativas. O casal está vestido e penteado com sobriedade. Ele, de paletó e gravata; ela, de vestido preto com gola branca. Durante o programa, rápidos olhares entre eles tentam romper a formalidade da postura e a frieza do ambiente. Mas predomina o olhar direto para a lente das câmeras e a leitura ininterrupta do "teleprompter", em tom imperativo. É através da voz e do olhar que se procura prender a atenção. A imagem é secundária. Busca uma certa neutralidade ou serve apenas para ilustrar as narrações em "off". Nessa atmosfera asséptica, o rosto ferido e sangrando da vítima de um acidente parece incluído por engano. O contraste entre o artificialismo do estúdio e a vida real costuma ser atenuado, mesmo quando é dada ênfase a tragédias, crimes, agressões, fraudes e corrupção. Repórteres, com uma exceção, usam figurino formal, segurando à frente o microfone com a marca da emissora. Também falam olhando diretamente para a lente, de costas para o que constitui a notícia. Poucos procuram se relacionar com o ambiente à sua volta. Um deles, pecando por excesso, grava com água pelo meio da canela, em rua alagada e deserta, vestindo capa de chuva e capuz. O comentário e a contextualização da notícia são reduzidos ao mínimo. O especialista em educação fala por cerca de 15 segundos; o médico, por dez; o economista, por nove. A linguagem do "Jornal Nacional" não destoa do que vem antes e depois. Nem dos comerciais exibidos nos intervalos. O ritmo acelerado do jornalismo, da publicidade e da dramaturgia é semelhante. Há uma uniformidade entre os três gêneros, suavizando as passagens de um para outro: da novela para o jornal e de volta para a novela. EDUARDO ESCOREL é cineasta |
Escrito por christian.moura às 03h55
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Brincando de Deus! 
Como disse James Baldwin, escrito norte-americano: “As janelas nem sempre tinham sido cegas”. É difícil escrever. Às vezes é preciso parar por um tempo para dar vazão àquilo que nos acomoda e incomoda. E que me perdoem os crentes, mas a mim as coisas têm mais incomodado do que acomodado. E as preces por dias melhores só andam fazendo sentido no filme do Cacá Diegues e na música da Rita Lee. Desde do desabamento nas obras da estação de metrô Pinheiros (zona oeste de São Paulo), em janeiro de 2007, na qual morreram sete pessoas fiquei me perguntando se os “Donos do poder” (leia-se tucanatos) não estavam querendo brincar de Deus? A resposta veio em dezembro de 2009 quando na obra de ampliação da Linha 2 - Verde no trecho entre as futuras estações Tamanduateí e Vila Prudente, morreu um operário da Galvão Engenharia. Sorte inevitável? destino? fado? fatalismo? Deus deve ser mesmo o terror dos inocentes. Ou será uma teoria da conspiração na mente de quem vos escreve? Terremoto no Haiti, chuvas torrenciais em São Paulo, tudo regado a mortes, desabrigados, desespero, inundação e falhas tectônicas. O que tem haver o colonialismo praticado no Haiti com seu terremoto? O que tem haver as mortes no maior plano de expansão que São Paulo já viu com o governo secular dos tucanos? Segundo o folhetim A Bolha de São Paulo o acidente do metrô, de acordo com as construtoras responsáveis pela obra, ocorreu devido à instabilidade do solo da região, agravada pelas fortes chuvas que atingiram a cidade dias antes. Pergunto? Porque construir um minhocão de metal debaixo da areia? A morte do operário, na área da obra de ampliação da Linha 2 - Verde do Metrô, foi uma “fatalidade”, segundo nota da assessoria de imprensa da Galvão Engenharia. Peço mais uma vez desculpas, por usar uma expressão inapropriada, mas “fatalidade” de cu é rola! Sobre o Haiti, nem é preciso falar muito. Em 1803 a população haitiana deu um pau nas tropas de Napoleão Bonaparte e a Europa jamais perdoou esta humilhação infligida aos europeus. Depois vieram os Estados Unidos, Papas docs, Minutash e construções feitas de areia. Resultado: Zilda Arns e milhares de haitianos mortos, enquanto isso no Brasil: Que gracxhinha!!! A chuva de São Paulo é chover no molhado. Famílias contabilizam prejuízos e mortes causados em bairros como Jardim Pantanal e na região do Grajaú, na zona sul. E nas páginas de humor da internet o prefeito DEMoníaco é visto em seu brinquedinho: Aquassab! kkkkkk!!! (é rir para não chorar). É tudo brincadeira, ou uma grande ilusão? Quem é Deus e quem é homem nesta festa de faz de conta? O bolo só tem chantilly, o beijinho só tem coco, a língua de sogra nem assoprando vai, o refrigerante tá sem gás e as bexigas estão murchas. Se Deus existir mesmo, como diz o ex-jogador de futebol e comentarista Neto: É BRINCADEIRA!!! Um feliz 2010, se Deus quiser!!!
Escrito por christian.moura às 07h07
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Mário Rui Feliciani – fotos Correios um serviço que corresponde!!! Ou, Quando o carteiro chegar!!! Jesus quando sair apaga a luz!!! Salve o liberalismo econômico, a concorrência desleal e a ausência de interferência governamental!!! É isso mesmo. Os funcionários da Empresa Brasileira dos Correios e Telégrafos (ECT), entraram em greve nesta última semana, reivindicando um reajuste real de 20%, mais a correção da inflação medida pelo IPCA (6,57%) a partir de agosto, e a elevação do piso salarial de R$ 448 para R$ 931. O jornal, que não serve nem para embrulhar banana na feira, o “Bolha de São Paulo”, integrante assíduo da mídia golpista, em seu editorial de 19/09/2009, afirmou que os “funcionários colocam na mesa demandas ambiciosas, para não dizer impraticáveis” e ainda diz que “pode-se optar por um modelo em que o concessionário de um serviço lucrativo seja obrigado a administrar atividades menos atraentes, embora importantes para o país”. Ou seja, que os carteiros que caminham como camelos dia-a-dia para entregar as correspondências de milhões de brasileiros continuem recebendo um salário de fome para não comprometer os lucros que ambiciosa e ávida burguesia brasileira só quer para ela. Aqui na terra brasilis, das duas ou uma, ou o capitalismo é burro ou é sádico! Prefiro acreditar na segunda opção!
Escrito por christian.moura às 20h05
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O culpado sou eu? 
O engenheiro que já foi ministro da saúde (engraçado né?) e eterno candidato a cargos eletivos, desde os tempos da UNE da “Caverna do Dragão” José Massacre da Moto-Serra, mais conhecido em mesas de bar (do lado de fora dos bares) como Mister Montgomery Burns ou Vampirão do cigarro, lançou mais uma de suas “pérolas”, que não dá para não comentar.
Em evento do Banco do Povo Bandeirante (Viva Borba Gato!!!), programa de “nanico-crédito” do Governo do Estado de São Paulo, Ms. Burns disse-se “amigo dos pobres” ao anunciar medida que classificou como de “mãe para filho”: a redução de 1% para 0,7% da taxa mensal de juro aplicada em empréstimo para a turba. Hei você aí me dá um dinheiro ai!!!
Mas isso não foi nada. Atribuindo ao ex-ministro da Doença, Adib Ponte de Safena a constatação “perfeita” de que “o problema de pobre não é ser pobre, mas só ter amigos pobres”, Moto-Serra afirmou que aquele era um gesto de amizade. Com um amigo assim, quem precisa dos argentinos!!! E concluiu: “Não vou dizer que o governo do Estado é rico, porque não há dinheiro sobrando, mas somos amigos dos pobres. Esse crédito do povo é uma forma de amizade”.
Que puta amigo esse hein?!? Que trata a pobreza com ironia e descaso, que em campanha constante transforma o Estado de São Paulo em trampolim imediato para Brasília. Será que nosso distinto desgovernador quer transformar-se no “candango do cerrado”. Acho que não! O que ele deseja já sabemos de cor, é receita pronta. Quer ver só:
Em 06 de agosto de 2008 o ex-sinistro da saúde Moto-Serra anunciou que os professores = pobres paulistas irão receber um aumento de 25% a cada três anos. Segundo o inimitável ex-sinistro o aumento será dependente do desempenho em uma prova. Uai, mas e aquela prova que o professor fez para ingressar no magistério, não vai mais valer?!? E depois de três anos o professor poderá deixar de ser pobre???
No dia 16 de outubro de 2008, uma manifestação de policiais civis por melhores salários terminou em confronto com policiais militares. Os policiais civis pretendiam seguir até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado, mas uma barreira de policiais militares acionadas pelo José Massacre da Moto-Serra impediu que os manifestantes seguissem em direção ao palácio. Resultado, policial pobre confrontando-se com policial pobre.
Em 02 de setembro de 2009 a Assembléia Legislativa de Deus de São Paulo aprovou por 55 votos a 17,(que lavada hein?!?) o projeto de lei que permitirá que todos os hospitais estaduais sejam terceirizados e, apesar de públicos, atendam a pacientes particulares e de planos de saúde, mediante cobrança. Resumindo para os amigos pobres de Mister Burns que apresentem sintomas da gripe suína recomendasse Tamufú, principio ativo vocêskisifodam.
Dia 01 de setembro de 2009, depois de um policial civil, assassinar uma estudante de 17 anos na favela de Heliópolis, na zona sul de São Paulo, os moradores pobres da favela (que pleonasmo, na favela não mora ninguém da Daslu) revoltados atearam fogo em carros e pneus. Advinha o que o amigo dos pobres fez, mandou a polícia descer o sarrafo na pobretada toda. Isso é que é amigo!!!
E é assim que o amigo dos pobres quer chegar ao Palácio do Planalto, acho que ele está precisando parar de governar uma terra de pobres. Ou será que o culpado sou eu???
Escrito por christian.moura às 05h32
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"o problema de pobre não é ser pobre, mas só ter amigos pobres" José Serra 
ALGUÉM QUER SER MEU AMIGUINHO!!!
Escrito por christian.moura às 14h33
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"Os Segredos do Macaco"Gorilas, babuínos, chipanzés, laterais ,pontas e centroavantes. Começo este texto com as seguintes indagações: Qual o problema de chamar um negro de macaco? E porque jogadores de futebol negros só se casam com loiras? O naturalista inglês Charles Darwin (1809-1882), acreditou que as espécies têm uma origem comum, como o macaco e o homem, que descendem de um mamífero primitivo ancestral (antigo). A tese de Darwin até hoje é mal interpretada não só nos manuais escolares, mas também no senso comum apontando que nós (homens) descenderíamos dos macacos, quanto o que ele somente teorizou é que macacos e homens seriam apenas parentes. O fato é que hoje em dia ninguém quer ter nenhum grau de parentesco ou assemelhar-se a um símio, já que os modelos e consumo sociais de beleza estão mais para girafas esquálidas do que para orogotangos pançudos. O que também não podemos esquecer é que essa padronização de valor e beleza é marcada historicamente. O antropólogo José Jorge de Carvalho diz que os seres humanos que classificamos como caucasianos, isto é, de pele clara, olhos claros, cabelos lisos e narizes finos - enfim, os “brancos” ocidentais, europeus em geral e muito particularmente os anglo-saxões - definiram um padrão de valor e beleza para toda a espécie humana e o impuseram (antes a ferro e fogo e atualmente através da indústria cultural e do controle político e financeiro) a todo o resto do mundo. Essa imposição começou no séc. XVI, quando os europeus conquistaram a América e consolidaram o tráfico de escravos da África para o Novo Mundo. A partir daí, a combinação de escravidão, colonialismo e capitalismo marcou a imagem do homem branco ocidental como superior aos não-brancos (que começaram a ver-se como não-brancos) dos demais continentes. E penso ser nessa tríade que se coloque o problema: “escravidão, colonialismo e capitalismo”. Alguns dirão: Lá vem mais um discurso afro-chato! E talvez o seja. Mas se pararmos para pensar, comparar um ser humano, seja ele azul, ou, amarelo de pitinhas pretas, com macaco não é tão ruim assim, já que segundo Darwin somos parentes. Mas se comparássemos um macaco com um ser humano? Teríamos que viver no Planeta dos Macacos, filme 1968 cujo enredo se baseia na experiência de um astronauta sobrevivente de uma missão espacial, que aterrissa em um planeta igual à Terra e descobre que uma raça de macacos falantes domina e escraviza seres humanos, que são mudos. Assim no Planeta dos Macacos, o atacante Graffite do São Paulo, na Copa Libertadores de 2005, não precisaria ter se preocupado por ter sido chamado de macaco pelo zagueiro Desábato do Quilmes, da Argentina. Nem o volante Tinga quando defendia o Internacional de Porto Alegre precisaria ter ficado ressentido quando em jogo contra o Juventude, também em 2005 no estádio Alfredo Jaconi, pelo Campeonato Brasileiro, torcedores do Juventude gritavam "macaco" cada vez que ele tocava na bola. A pergunta é: Porque somente os negros se sentem mais ofendidos a serem comparados com macacos? Será que teria algo a ver com uma esquizofrenia que acomete a um povo que não consegue se libertar de seu passado de escravidão? Estaria ai também a resposta do porque jogadores negros que ficam famosos, arrumam logo uma loirinha? Como os negros fazem para não serem comparados a chipanzés? São questões complicadas e divertidas. É certo que em países de passado colonial e escravista, a cor da pele e a origem étnica são fatores que provocam exclusão e discriminação. Assim, seria hilário chamar um negão rico, que se apaixona uma loira, de King-gong, mas o Empire State é um edifício bonito só para aqueles que estão no alto. Navegando pela rede colhi um exemplo que pode elucidar, ou pelo menos apontar caminhos possíveis para o entendimento das relações “humanas” no Planeta dos Macacos. O portal literal do Terra traz a seguinte passagem sobre o jornalista, escritor, abolicionista e republicano José do Patrocínio: Patrocínio discursava empolgado quando lá no fundo da platéia alguém gritava algo como: - “Cala a boca preto!” Ao que Patrocínio, impassível, mesmo diante das gargalhadas nervosas da platéia de políticos, brancos em sua maioria, emendava: -“... Preto como o feijão, que abastece as nossas mesas saciando a nossa fome!” Mas a voz ao fundo insistia: - “Cala a boca crioulo!” E Patrocínio respondia de pronto, sem pestanejar: - “Crioulo sim, como o jacarandá, madeira nobre com a qual construímos os móveis que embelezam os nossos salões!” Era quando então, acossada pela dificuldade de desmontar a firme convicção do orador a voz apelava: -” Cala a boca, macaco!” Patrocínio, ainda no mesmo tom, respondia: -"Macaco como... macaco como...(mas, logo a seguir,estressado, perdia a linha,)...Macaco é a puta que te pariu!” Aí, sim, o clímax, a catarse. Patrocínio desqualificado, caído de sua pose e rebaixado à condição de reles crioulo normal. Confesso que não conhecia o exemplo, mas podemos deduzir que Patrocínio sofria de uma esquizofrenia crônica, filho de padre e escrava, era farmacêutico, jornalista, escritor, orador e político. Não era um escravo, dentro de uma sociedade escravista obteve mobilidade social e mesmo assim se incomodou por ser chamado de macaco. Durante a história esses pretos me vêm com cada uma, não é mesmo?!?
Escrito por christian.moura às 07h05
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São Paulo, sábado 01 de agosto de 2009
Obama faz visita a região da cracolândia, no centro de SP. DA REPORTAGEM LOCAL O presidente dos EUA, Barack Obama, fez uma rápida visita a São Paulo nesta última sexta-feira. Obama veio de Washington onde participou da “Cúpula da cerveja” reunião que discutiu a questão racial e o desenvolvimento sustentável nos Estados Unidos. Obama veio acompanhado de seu vice, Joe Biden, o intelectual negro Henry Gates Júnior e o policial branco James Crowley. O objetivo da visita segundo sua assessoria foi aprender como lidar com o racismo através da experiência da política eugênica e higienista dos governos municipal e estadual de São Paulo. Nas últimas semanas Obama envolveu-se no incidente com o professor Henry Louis Gates, que foi preso dentro da sua própria casa pelo policial James Crowley de Cambridge, Massachusetts, que estava atendendo a uma denúncia de um possível arrombamento. A prisão do professor reascendeu o debate sobre o racismo e a atuação policial nos Estados Unidos. O vice-presidente Joe Biden sugeriu a Obama, que viesse a Cracolândia para conhecer de perto como é tratada a questão racial no Brasil. Aqui os pretos que tentam viver no centro da cidade recebem um tratamento diferenciado, não só pela polícia, mas também pela sociedade civil. Aqui são considerados dejetos sociais, viciados inveterados, ou simplesmente invisíveis. Por meio de operações esdrúxulas, resultado de políticas públicas de “perfumaria” e fascistas, são encaminhados para serviços públicos inadequados que carecem de suporte técnico e vagas em quantidade. Obama não concedeu entrevistas e não houve declaração oficial do presidente durante a estadia na capital paulista, mas a lição que o primeiro presidente negro dos Estados Unidos pode tirar da sua rápida visita a região central de São Paulo, é que a melhor forma de enfrentar o racismo, é matando os negros, então não terá a quem discriminar.
Escrito por christian.moura às 12h13
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A cracolândia está no caminho certo??? Santa ignorância Batman !   “Fosse no governo militar garanto que esse monte de nóia não ia ser grande problema, agora com essa de democracia e direitos humanos, sempre aparece algum vagabundo pior que eles, pra ficar defendendo… E Laiá!!! Me dá bunda pra vê, samba pra samba e toca a bola pro Romário! A historiadora Ângela Aparecida Teles afirma que o bairro de Santa Ifigênia e seu entorno tornaram-se alvo do poder público, em especial as forças de segurança, a partir da década de 1950. É a partir daí que o bairro dos Campos Elíseos, onde, em curto espaço de tempo, apossava-se territorialmente de toda a área circunscrita pelas ruas e avenidas Timbiras, São João (praça Júlio de Mesquita), Barão de Limeira, Duque de Caxias, largo General Osório e rua dos Protestantes, tornava-se: a “Boca do Lixo”, o “Quadrilátero do Pecado”, o espaço dos vícios humanos e conseqüentemente dos humanos viciados. Se o Capitão Nascimento ou o Cabo Bruno atuassem nessa época, com certeza encontrariam ali todo exemplo de “dejeto humano”, qual a única saída pode ser a da morte (como no caso extremo dos campos de concentração), no dizer do geógrafo Rogério Haesbaert da Costa. Os dois agentes da lei, ícones da sociedade da barbárie, do olho por olho, dente por dente, estralariam um thriller chamado “COM LICENÇA PARA MATAR” e sangrariam, esquartejariam, fuzilariam “punguistas, rufiões, vigaristas, homossexuais, músicos, prostitutas, policiais corruptos, traficantes e alcagoetes, além, é claro, dos otários, em torno de quem tudo girava”. Hoje a região, Cracolândia, ou a ‘Terra do Crack”, é o sonho de consumo de nove entre cada dez nóias. É também o palanque mais disputado por subprefeitos higienistas, prefeitos fanfarrões e governadores auspiciosos. Têm também o interesse das “corporation socities” e das “mega-hair empreendimentos”, empresas com responsabilidade eco-ético-ambiental. As Ong’s de trabalho sério, compromisso com a transformação social e a reintegração social. Além é claro, o local preferido para coberturas jornalísticas engajadas, comentários psicosócioculturais, e artigos cibernéticos meio de “esquerda-meio, meio-intelectual”. Como matar pega mal (eu acho!), Nascimento e Bruno têm que se comportarem, agirem á luz do dia e com a ajuda dos agentes de saúde. E ainda por cima sendo filmados por repórteres bonitões e intrépidos jovens jornalistas. É mesmo uma ação conjunta que responde a atual conjuntura?!? O romantismo dos punguistas que tinham ética e valores foi substituída pela execração da condição humana exibida pelo nóia: - "Sou nóia mesmo, e daí?". O que fazer com os nóias? Quem são os nóias? Porque tanta nóia? Tem algum lugar adequado para se tratar das nóias? As formas crônicas de delírios de relacionamento, ciúmes e perseguição e a chamada esquizofrenia paranóide pode atingir a qualquer pessoa, de qualquer cor, credo ou classe social? Porque os nóias estão no centro da cidade, qual o caminho certo do centro? O que é o centro? Para que serve o centro? UFA!!! O governo estadual e a prefeitura de São Paulo, Ivaldo Bertazzo e sua companhia de dança, Gilberto Dimenstein, colunista da Folha de São Paulo, Andréa Matarazzo, subsecretário da Sé, Caco Barcellos, repórter da rede Globo, e a sociedade civil aproveitando o nome desse blog, pergunto-lhes: A cracolândia está no caminho certo? “A filósofa judia Hannah Arendt alerta: condição humana não é a mesma coisa que natureza humana. A condição humana diz respeito às formas de vida que o homem impõe a si mesmo para sobreviver. São condições que tendem a suprir a existência do homem. As condições variam de acordo com o lugar e o momento histórico do qual o homem é parte. Nesse sentido todos os homens são condicionados, até mesmo aqueles que condicionam o comportamento de outros tornam-se condicionados pelo próprio movimento de condicionar”. Clodovil, coloca o maiô que vai sair sol!!! 06/07/2009. Por Christian Moura
Escrito por christian.moura às 12h09
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Notícias sobre a educação!!!
Um amigo meu historiador me deu uma brilhante sugestão para uma nova entidade que poderia resolver os problemas da educação em nosso país, é a FODA (Fundação de Organização e Desenvolvimento da Educação). Penso eu que já que a educação está phodida esta fundação viria bem a calhar!!!
Escrito por christian.moura às 17h06
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Sem comentários!!!
 
Alguém pode me dizer o que está acontecendo?!?!?
Escrito por christian.moura às 16h58
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" Brasil tá meio mal no jogo, mas eles estão jogando pra fazer gol! "
Autor: Galvão Bueno
Buscar na Web "Galvão Bueno"
Categoria: Citação
Escrito por christian.moura às 16h38
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"O mal do Brasil é ter sido descoberto por estrangeiros" (Deputado Índio do Brasil, Assembléia do Rio). Autor: O Festival de Besteira Que Assola o País Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Porto) Este blog foi feito para desopilar os pelos deste mundo petshop cão!!!
Escrito por christian.moura às 16h33
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